Guia prático

Sistema de pedidos pelo WhatsApp: as cinco peças que o compõem

Como receber pedidos pelo WhatsApp e enviá-los direto para a cozinha 58 s
  1. Chega a mensagem ao WhatsApp do negócio (peça 1: o canal).
  2. Abre-se a ementa com preços e esgotados atualizados (peça 2).
  3. O pedido monta-se com quantidades, extras e total (peça 3).
  4. Entra no ecrã de cozinha, já estruturado (peça 4).
  5. E cobra-se na entrega ou por ligação de pagamento (peça 5).

As cinco peças a funcionar seguidas, em 58 segundos.

De que se compõe

As cinco peças de um sistema de pedidos pelo WhatsApp

Nenhuma é opcional. O que muda de um negócio para outro é quem as faz: uma pessoa, uma ferramenta, ou ninguém — e quando não as faz ninguém, nota-se.

1. O canal

O número para o qual o cliente escreve. Já o tem: é o seu WhatsApp. A única coisa a decidir aqui é se continua a ser o número de sempre — deveria — e quem o atende quando há quinze mensagens ao mesmo tempo.

2. A ementa

O que se vende, a que preço e o que acabou hoje. Pode ser uma foto da ementa, um PDF ou uma ementa digital que abre no navegador. A diferença não é estética: disto depende que o cliente não peça algo que não há.

3. A recolha do pedido

O que transforma «põe-me dois do costume» em linhas com quantidade, opções e total. Hoje fá-lo uma pessoa a escrever, e é onde se vai o tempo e onde aparecem os erros: o extra que não foi anotado, o total mal somado, a alergia que foi dita e não chegou.

4. A comanda

Que o pedido acabe à frente de quem o prepara, num ecrã ou impresso, com a sua hora e o seu estado. É a peça que mais se esquece ao montar isto, e sem ela a conversa continua a ser o sítio onde vive o pedido: alguém tem de estar a olhar para ela.

5. O pagamento

Na entrega, no levantamento ou antecipadamente com uma ligação de pagamento. As três são válidas e a maioria dos negócios usa as duas primeiras. O que convém ter claro é que o pagamento online não ocorre dentro do WhatsApp: envia-se uma ligação para a sua própria plataforma.

Passo a passo

O percurso de um pedido, do princípio ao fim

O passo que decide se isto é um sistema ou um arranjo é o quinto. Enquanto o pedido viver na conversa, alguém tem de estar a olhar para a conversa; assim que entra num ecrã de cozinha com a sua hora e o seu estado, deixa de depender de alguém se lembrar. Isso está desenvolvido em do WhatsApp à comanda.

Ver o percurso completo com a sua própria ementa

Na demonstração vê-se entrar um pedido por WhatsApp e sair pelo ecrã de cozinha.

Peça uma demonstração

Cada «não» é uma peça que hoje é feita por uma pessoa. Nenhuma dessas respostas está errada: é assim que se começa e assim funciona muito tempo. O que as seis juntas dizem é quanto do seu serviço depende de alguém estar disponível e atento, que é o que se parte precisamente no dia em que entram mais pedidos.

O que se parte quando falta uma peça

Cada buraco tem um sintoma diferente, e reconhecê-lo poupa montar a peça errada:

O sintomaA peça que falta
«O que têm hoje?» vinte vezes por dia.A ementa (2): não há onde ver sem perguntar.
Vende-se um prato que acabou há duas horas.A ementa (2): existe, mas não se atualiza sozinha.
Chega um pedido sem a bebida que o cliente pediu.A recolha (3): foi recolhido a ler, não a marcar.
O total não bate certo ao fechar a caixa.A recolha (3): os valores são somados por uma pessoa.
Um pedido fica por preparar e ninguém deu por isso.A comanda (4): vive na conversa, não na cozinha.
«Já está pronto?» interrompe a meio da hora de ponta.Os avisos: falta que o estado saia sozinho.
Duas pessoas respondem à mesma mensagem.O canal (1): sem um sítio comum, cada um responde.

Se a peça que lhe falta é a quarta, está em do WhatsApp à comanda; se é a terceira, em automatizar os pedidos. E se a dúvida é se precisa de um bot ou basta uma ementa digital, está comparado em chatbot ou ementa digital.

Perguntas frequentes

O que é um sistema de pedidos pelo WhatsApp?

É o conjunto de peças que transforma a mensagem de um cliente num pedido pronto a preparar: o canal por onde entra (WhatsApp), algo que mostre o que se vende e a que preço, algo que recolha o pedido completo e sem erros, algo que o coloque à frente de quem o prepara, e a forma de o cobrar. Não é um programa concreto: é que essas cinco coisas encaixem. Um negócio pode ter três e julgar que tem um sistema, e o que tem é uma parte com dois buracos.

Não me basta o WhatsApp Business e pronto?

Para começar sim, e muita gente factura anos assim. O WhatsApp Business é um bom canal — respostas rápidas, etiquetas, catálogo — e não é um sistema de pedidos: não sabe se um prato acabou, não calcula um total, não avisa a cozinha e não deixa registo de nada para além da conversa. O momento de acrescentar o resto nota-se sozinho: quando alguém tem de copiar pedidos à mão, quando duas pessoas respondem à mesma mensagem ou quando se perde um em hora de ponta.

O cliente tem de instalar alguma coisa?

Não, e é meia razão pela qual isto funciona. O cliente usa o WhatsApp que já tem e, se for preciso mostrar-lhe a ementa, abre no navegador do telemóvel sem descarregar nenhuma aplicação. Cada instalação que se pede a alguém para fazer um pedido de quinze euros é um pedido que não se faz.

Pode usar-se o mesmo número que a minha equipa já usa?

Sim, e é precisamente o que se deve exigir a qualquer sistema: se o obrigar a estrear número, aquele que os seus clientes têm guardado há anos deixa de receber pedidos. O bot e as pessoas atendem o mesmo número e a equipa pode assumir o controlo de uma conversa quando quiser. Está desenvolvido à parte porque é a dúvida que mais trava as pessoas.

Cobra-se dentro do WhatsApp?

Não. O pagamento nunca ocorre dentro da conversa: envia-se uma ligação para a plataforma de pagamento do próprio restaurante e o dinheiro entra diretamente na sua conta. A pedi2 não intermedeia esse pagamento nem retém o dinheiro em momento algum. E continua a ser válido cobrar na entrega ou no levantamento, que é como cobra a maioria.

Serve se eu não for um restaurante?

As cinco peças desta página servem para qualquer negócio que receba pedidos por mensagem: uma padaria com encomendas, uma florista, uma loja de bairro. O que não lhe vamos dizer é que a Pedi2 seja a ferramenta certa para todos eles: está feita para restauração e tudo o que traz — ementa com alergénios, ecrã de cozinha, mesas, zonas de entrega — está pensado para isso. Se o seu negócio for outro, o esquema serve-lhe na mesma para escolher bem.

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As cinco peças, a funcionar juntas

Mostramos-lhe o percurso completo com a sua ementa e a sua forma de trabalhar, sem compromisso.

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